📍 Postos Autuados: Destaques das Operações Recentes de Combate à Fraude na Bomba

 

As operações de fiscalização realizadas por órgãos como Procon, ANP (Agência Nacional do Petróleo) e Inmetro têm sido intensas, revelando casos de fraude volumétrica de 20% a 25% em várias cidades.

A seguir, um resumo das ações mais recentes, com foco nas autuações por "bomba baixa":

 

 

🗺️ Focos de Fiscalização por Região

 

Local Ações Principais Irregularidades Encontradas
Rio de Janeiro (Capital) Operação Posto Sem Roubo (Procon Carioca): Interdições e cassação de alvarás. Constatação de 25% menos combustível entregue em postos de Benfica (onde 20 L pagos resultavam em 15 L recebidos). Outro posto na Praça Seca entregava 20% a menos.
Distrito Federal e Goiás Forças-tarefa do Inmetro e ANP: Fiscalização de mais de 60 postos. Encontrados indícios de fraude eletrônica (chips) para mascarar o abastecimento, podendo entregar até 25% menos combustível. Postos foram multados em valores que podem chegar a R$ 1,5 milhão.
São Paulo (Estado) Fiscalizações do Procon-SP e ANP: Foco em qualidade e volume. O estado lidera o número de autuações no país, com mais de 400 infrações nos últimos meses, incluindo problemas na qualidade (adulteração) e no volume (bomba baixa).
Minas Gerais Operação Integrada Apate (Procon-MG, ANP, etc.): Vistorias em Três Pontas, Poços de Caldas e Uberlândia. Identificação de fraude na composição do diesel, gasolina adulterada (excesso de etanol/metanol) e diferença no volume de combustível entregue pela bomba.
Outros Estados (BA, AM, PB) Operações Conjuntas ANP/Procon/Inmetro: Operações como "Combustível Seguro" (AM) e "Combustível Legal" (BA). Postos foram autuados por bombas fraudadas, uso de dispositivos irregulares para alterar as quantidades e venda de combustível adulterado.

 

🚨 O Padrão da Fraude Grave

 

Em muitos casos flagrados no Rio de Janeiro e em Goiás/DF, a fraude foi medida da seguinte forma:

O consumidor pedia e pagava por 25 litros no visor, mas ao medir o volume real com a proveta aferida, o tanque recebia apenas 20 litros. Esta diferença de 5 litros em 25 corresponde a um roubo direto de 25% do valor pago.

As autoridades alertam que a fraude eletrônica (o "chip" ou "dispositivo") é uma prática que pode levar o gerente ou responsável do posto à prisão em flagrante, além das sanções administrativas (multas e interdição).

Detalhes sobre as denúncias no estado da Bahia clicar aqui.

Veja também: Bahia: Postos Flagrados com Fraude na Bomba